segunda-feira, 31 de maio de 2010

Respeito e União: sempre fundamentais


Vamos falar de uma coisa que, infelizmente, acontece muito nas igrejas: a falta de respeito de um paroquiano pelo outro.

Muitas vezes, olhamos um irmão que se veste ou tem um gosto diferente de nós, e estranhamos. Sim, normal. O problema é quando começamos a discriminar o próximo, pelo jeito de ser. Aí, meu amigo, estamos cometendo um grave erro.

Já pensou que o simples ato de olhar torto para alguém que se veste com roupas escuras ou coloridas demais, escuta um tipo de musica barulhento ou calmo demais ou tem uma forma diferente de pensar, pode fazer com que essa pessoa se sinta pouco confortável e acabe procurando outro lugar para freqüentar? É amigo, nesse caso, ao invés de ser canal de graça, acabamos sendo os responsáveis pelo afastamento de alguém da igreja. E isso é realmente ruim.

Por causa desse tipo de comportamento, a assembléia fica dividida, os bancos da igreja vão ficando cada vez mais vazios, as pastorais perdem membros, e a paróquia fica prejudicada. Será que isso tem a ver com os ensinamentos cristãos? Ou será que isso é apenas mais uma forma de preconceito?

Claro que devemos ter senso na hora de nos comportar dentro da igreja, ou de escolher nossas roupas para ir à missa, por exemplo. Mas, ao invés de simplesmente julgar os outros, nosso dever é conversar, explicar o por quê de cada coisa. Se o amigo do lado está com um comportamento, digamos, inapropriado, é sinal de que ele ainda não está acostumado com o ambiente. É nossa responsabilidade acolher e mostrar o outro lado, sem querer que ele seja igual a nós e sem apontar o dedo.

Precisamos aceitar um pouco mais o jeito do outro. Pensar que Deus nos fez diferentes com um propósito, e, que se estamos desejando que alguém vá embora de nossa igreja, é por que não estamos com a cabeça no objetivo certo: Cristo.

domingo, 30 de maio de 2010

Oração Nossa Senhora Consolata

Oprimido por tantas angústias, a vós recorro ó Virgem Maria.

Vós sois no Céu a Rainha dos Anjos e dos Santos, mas aqui na terra quereis ser a Mãe da Consolação.

Por isso eu vos peço somente a Consolação... (faça o pedido) Mãe Dulcíssima, vós sabeis o modo, conheceis o caminho para ouvir-me por isso confio plenamente em vós, dizei uma palavra a Jesus que com tanto amor e carinho trazeis em vossos braços e provarei a alegria do Conforto.

Ser-me-á mais suave a dor, mais serena a morte assim seja. Amém

Nossa Senhora Consolata

A devoção para com Nossa Senhora Consolata (ou Consoladora dos Aflitos) surgiu em Turim (norte da Itália), na metade do século V. Segundo uma tradição alicerçada em sólidos fundamentos, o quadro de Nossa Senhora Consolata foi trazido da Palestina por Santo Eusébio, Bispo de Vercelli, que o doou a São Máximo, Bispo de Turim. São Máximo, por sua vez, no ano 440, expôs o quadro à veneração dos fiéis de Turim, num altarzinho erguido no interior da igreja do Apóstolo Santo André.
O povo, a convite do seu Bispo, começou a venerar a efígie daquele quadro com grande fé e devoção. E Maria começou a distribuir muitas graças, inclusive graças extraordinárias, sobretudo em favor das pessoas doentes e sofredoras. Sensibilizados com o amor misericordioso da Virgem Maria, o Bispo e o povo começaram então a invocá-la com os títulos de “Mãe das Consolações”, “Consoladora dos Aflitos”, e “Consolata” (Consolata é a forma popular de Consoladora).

O quadro de Nossa Senhora Consolata permaneceu exposto à veneração dos fiéis sem sofrer nenhum transtorno, durante quatro séculos consecutivos.
Por volta do ano 820 penetrou na cidade de Turim a funesta heresia dos iconoclastas (pessoas que quebravam e destruíam toda e qualquer imagem ou quadro religioso expostos ao culto). Em tal circunstância, temendo que o quadro da Consolata fosse destruído, os religiosos que tomavam conta da igreja de Santo André resolveram tirá-lo do altar do oratório e escondê-lo nos subterrâneos da igreja, esperando que passasse a onde devastadora dos iconoclastas. Mas a perseguição se prolongou por longos anos. As pessoas que haviam escondido o quadro morreram sem revelar o lugar do seu esconderijo. Assim, o quadro ficou desaparecido pelo espaço de um século. Este facto fez com que os fiéis deixassem de frequentar o oratório e perdessem, aos poucos, a lembrança da Virgem Consoladora.

Mas a Divina Providência velava. No ano 1014, Nossa Senhora apareceu a Arduíno, Marquês de Ivréia, gravemente enfermo, e pediu-lhe que construísse três capelas em sua honra: uma em Belmonte, outra em Crea e a terceira em Turim, esta última junto às ruínas da antiga igreja de Santo André, cuja torre ainda permanecia de pé. O Marquês Arduíno milagrosamente curado por Nossa Senhora, logo mandou construir as três capelas.

Ao fazerem as escavações para os alicerces da capela de Turim, os operários encontraram no meio dos escombros o quadro de Nossa Senhora Consolata, ainda intacto, apesar de ser uma pintura em tela. O facto encheu de alegria a população da cidade e a devoção à Mãe das Consolações renasceu mais forte que antes. Parecia que nunca mais se apagaria, mas não foi assim.
As numerosas guerras, as frequentes epidemias que assolavam a região, as invasões, etc., fizeram que muitos habitantes de Turim abandonassem a cidade; com tal situação, a igreja de Santo André e a capela de Nossa Senhora Consolata foram desmoronando aos poucos e tudo acabou novamente num monte de escombros. E o quadro da Consolata, mais uma vez, ficou mergulhado nas ruínas pelo espaço de 80 anos…

Deus intervém de novo, e de forma extraordinária. Em 1104 um cego de Briançon (pequena cidade da França), chamado João Ravache, teve uma visão de Nossa Senhora; a Virgem Maria prometeu devolver-lhe a luz dos olhos se fosse a Turim visitar a sua capela que jazia em ruínas… Lutando contra muitas dificuldades o cego chegou a Turim. O Bispo da cidade, Mainardo, acolheu e ouviu o cego; ciente de que se tratava de um facto real, mandou fazer as escavações no local mencionado pelo cego, de acordo com a indicação que Nossa Senhora lhe dera durante a visão. No dia 20 de Julho de 1104, o quadro da Consolata foi reencontrado sob as ruínas, ainda intacto. O cego, conduzido à presença do quadro, recuperou instantaneamente a vista. O numeroso povo que presenciara ao fato rompeu em brados de alegria. O Bispo Mainardo, comovido, ergueu repetidas vezes esta invocação a Nossa Senhora: “Rogai por nós, Virgem Consoladora!” E o povo respondeu: “Intercedei pelo vosso povo!”

Este episódio consolidou na alma do povo de Turim a devoção para com Nossa Senhora Consolata. A profunda confiança dos fiéis na poderosa protecção da Mãe das Consolações foi sobejamente premiada ao longo dos séculos.
Hoje, depois de 15 séculos, no local do primeiro oratório, surge o devoto santuário da Consolata, que se tornou o coração mariano de todo o norte da Itália. Foi junto àquele santuário que, no primeiro decénio do século XX, o Beato José Allamano fundou o Instituto dos Missionários e das Missionárias da Consolata. Actualmente, a devoção de Nossa Senhora Consolata é conhecida em muitos países de vários continentes.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Lifehouse

Aqui segue o vídeo de uma peça que foi feita (provalvemente EUA) em um evento Cristão.
A peça é muito bonita e principalmente muito emocionate. Nós vemos relmente como é ser Cristão e o melhor de tudo... DEUS NOS AMA ACIMA DE TUDO.
OBS: a música tocada na peça é da banda cristã americana Lifehouse.

Por Bruna Lima (PASCOM)
http://www.youtube.com/watch?v=cyheJ480LYA

domingo, 9 de maio de 2010

Quem me roubou de mim - Pe. Fábio de Melo

Escrita pelo Padre Fábio de Melo, esta obra aborda algumas questões sobre as dificuldades das relações humanas. É um livro bastante profundo, que apresenta uma linguagem poética e leve para falar de coisas tão importantes em nossa vida. Por meio de reflexões filosóficas, textos poéticos e histórias reais, o autor toca nosso entendimento e nossas emoções, convidando-nos a um mergulho em nossa subjetividade, afim de nos fazer conhecer a nós mesmos e a descobrir como viver e conviver melhor não só com as pessoas que nos cercam, mas com todos que passam pelo nosso caminho.


Recomendo, o livro é profundo e tocante, pois nos leva a mergulhar no nosso interior e descobrir coisas que nós mesmos não percebemos.

Editora: Canção Nova.


Por Bruna Lima (PASCOM).

sábado, 8 de maio de 2010

Conversão de um Abortista

Em sua autobiografia intitulada The Hand of God, “A mão de Deus”, Bernard Nathanson – outrora conhecido em Nova York como o “rei do aborto” por ter participado, direta ou indiretamente, de 75.000 deles – conta como se converteu num dos mais destacados defensores da vida, tendo depois ingressado na Igreja Católica. A categoria intelectual e moral do Dr. Nathanson fez com que muitos dos que praticavam ou fomentavam o aborto, incluindo alguns parlamentares, reconhecessem o seu erro e se unissem à luta em favor da vida humana mais indefesa: a dos não-nascidos.

O aborto e todo o seu séqüito – da eutanásia aos “estoques” de embriões humanos congelados – são assuntos que nunca estarão definitivamente resolvidos, já que afetam o próprio sentido da vida humana. No atual momento da História, é nos Estados Unidos onde a divisão de forças entre a “cultura da morte” e a “civilização do amor” pode ser vista com mais clareza do que em qualquer outro lugar. Conversões como a do dr. Bernard Nathanson – primeiro à causa pró vida e depois à fé cristã – são altamente significativas, pois mostram a força das evidências científicas e o poder da oração. Além disso, manifestam a íntima conexão que existe entre Deus e a Lei natural inscrita por Ele na natureza humana. Quem reconhece e segue a Lei natural, muito possivelmente acabará encontrando Deus e a Igreja.

O ABORTO, TAL COMO ELE É

Muitos leitores conhecem em grandes traços a história do Dr. Nathanson. Em 1969 fundou com outras pessoas a Associação Nacional para a Revogação das Leis contra o Aborto (conhecida pela sigla NARAL. Quando mais tarde adotou o nome de Liga Nacional de Ação pelos Direitos Reprodutivos e do Aborto – National Reproductive and Abortion Rights Action League –, a sigla manteve-se). Foi Diretor do Centro de Saúde Reprodutiva e Sexual de Nova York, que na época era a maior clínica de abortos do mundo.

No final da década de 70, abandonou a militância a favor do aborto e chegou a ser um grande advogado da causa pró vida, principalmente com o seu livro Aborting America <“A América que aborta”> e com o vídeo The Silent Scream (“O Grito Silencioso”). Este último constituiu uma verdadeira revolução: empregando a tecnologia médica, mostrou de forma definitiva todos os horrores do aborto, tal como realmente ocorre no ventre materno. Esse vídeo e a sua continuação, The Eclipse of Reason (“O Eclipse da Razão”), foram amplamente exibidos, não somente para o grande público através de canais de televisão em todo o mundo, como também em sessões especiais para parlamentares de diversos países.

Nathanson logo se tornou alvo da ira das forças que promovem a cultura anti vida nos Estados Unidos. Sua mudança de atitude ao convencer-se da realidade objetiva do aborto – a supressão de uma vida humana inocente – fez dele um tema habitual para radicalizações e sátiras. A partir de então passou a atuar simultaneamente como obstetra de prestígio e como professor universitário, viajando pelo mundo todo para dar conferências em defesa dos não nascidos. Já prestes a aposentar-se, publica a sua autobiografia, que contém não somente impressionantes revelações sobre como um homem pode chegar a ser um abortista, mas também – por ter sido escrito quando estava já às vésperas de dar o último passo da sua conversão e incorporar-se, pelo Batismo, à Igreja de Cristo – um testemunho convincente do poder da graça divina.

SEM DESCULPAS

O livro não é fácil nem agradável de ser lido, pois revela ações más e verdadeiramente repugnantes. O que chama a atenção e merece elogios é o fato de o autor não oferecer nenhum argumento que sirva de desculpa para o seu comportamento. Embora o leitor não encontre nada que justifique a conduta de Nathanson, pelo menos encontrará muitas razões para compreendê-la, ao conhecer como foi a infância e a adolescência do autor. Nathanson relata minuciosamente os seus primeiros anos em Nova York, no seio de um lar em que não havia o menor indício de fé religiosa, nem de lealdade ou carinho familiar. A religião não teve papel algum na sua educação. Sua família, judia, não praticava a fé, embora celebrasse as festas religiosas, da mesma forma que muitas famílias cristãs também festejam de algum modo a Páscoa ou o Natal sem que essas solenidades tenham quaisquer conseqüências práticas sobre a sua forma de pensar ou de agir.

É realmente impressionante como Nathanson descreve a idéia que tinha de Deus na sua infância. “Minha imagem de Deus – concluiu, refletindo sessenta anos depois – era a da figura ameaçadora, majestosa e barbuda do Moisés de Michelangelo: sentado sobre o que parecia ser o seu trono, inspecionava o meu destino e estava prestes a lançar sobre mim o seu juízo inexoravelmente condenatório. Assim era o meu Deus judeu: terrível, despótico e implacável”. Num momento posterior da sua vida, quando cumpria o serviço militar na Força Aérea, leu um livro sobre a Bíblia para passar o tempo nas horas mortas. Descobriu que “o Deus do Novo Testamento era uma figura amável, clemente e incomparavelmente carinhosa. Nela iria eu depois buscar, e por fim encontraria, o perdão que desejei por tanto tempo e tão desesperadamente”. Foi um presságio da sua posterior conversão à fé cristã.

O SEGREDO DA PAZ DE CRISTO

Durante os seus estudos de Medicina na Universidade McGill do Canadá, teve como professor o famoso psiquiatra judeu Karl Stern, que havia emigrado da Alemanha nazista. Essa relação teria conseqüências positivas várias décadas depois, quando Nathanson começou a examinar mais de perto as razões do Cristianismo. A respeito de Stern, diz: “Era a figura dominante no Departamento: um grande professor, um orador fascinante – chegava a ser eloqüente, embora empregasse um idioma que não era o seu – e um polemista brilhante, que infalivelmente disparava idéias originais e atrevidas. (...) Tive para com Stern uma espécie de culto ao herói: estudei a Psiquiatria com a diligência de um escriba que esquadrinha a Bíblia, e em troca me deram o prêmio de Psiquiatria ao acabar o quarto ano. (...) Stern transmitia uma serenidade e uma segurança indefiníveis. Na altura eu não sabia que em 1943 – após anos de meditação, leitura e estudo – ele se tinha convertido ao Catolicismo”. Mais tarde, quando Nathanson ler a famosa autobiografia de Stern, Pillars of Fire (“Pilares de Fogo”), compreenderá que o seu autor “possuía um segredo que estive toda a vida buscando: o segredo da paz de Cristo”.

Os capítulos seguintes descrevem a compulsiva promiscuidade de Nathanson, da qual resultou o seu primeiro contato com o aborto, pago pelo seu pai e feito na sua primeira namorada. Depois vem a história dos seus dois primeiros casamentos e o episódio que talvez seja o mais arrepiante: o aborto feito por ele mesmo em outra das mulheres com quem tinha tido relações.

AS EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS

Nos capítulos seguintes, Nathanson conta o que já em boa parte tinha explicado em seu livro Aborting America sobre a sua crescente participação na campanha pela liberação do aborto nos Estados Unidos. Como se sabe, essa campanha terminou em 1973, com a sentença da Suprema Corte que – na prática – legalizou o aborto solicitado.

Com o passar do tempo, Nathanson viu claramente as evidências científicas – em boa parte graças às novas tecnologias, que permitiam ver a criança dentro do ventre materno – de que “aquilo” que abortou milhares de vezes (segundo seus próprios cálculos, esteve direta ou indiretamente envolvido em 75.000 abortos) era na verdade um ser humano: era-o desde o instante da concepção. Deixou de praticar abortos e passou a ser o mais famoso “convertido” e o mais conhecido defensor da causa pró vida nos Estados Unidos.

MATADOUROS HUMANOS

Num dos últimos capítulos, intitulado “Rumo aos Tanatórios”, Nathanson faz predições sobre o que o Papa Paulo VI já antecipava com tanta clarividência na sua Encíclica Humanae Vitae: uma vez perdido o respeito pela vida humana em seu começo, chega-se inevitavelmente à eutanásia. Prognostica que em breve haverá clínicas que farão negócio com a morte.

“Baseando-me na minha própria experiência com um tipo de paganismo tão extremo como esse, posso prever que haverá empresários que montarão pequenos e discretos «sanatórios» para aqueles que desejem morrer ou que a isso tenham sido persuadidos, coagidos ou enganados pelos médicos (...). Mas isso será apenas a primeira fase. Quando os tanatórios (do grego thanathos, morte) tiverem prosperado e se expandido, formando redes de clínicas e concessionárias, os administradores assumirão o comando, cortando gastos e custos à medida que a concorrência for aumentando. Na sua versão final, os tanatórios – reorganizados, eficientes e economicamente perfeitos – tornar-se-ão primeiramente muitíssimo parecidos às fábricas de produção em série em que se converteram as clínicas abortistas; numa fase posterior, serão semelhantes aos fornos de Auschwitz”.

O EXEMPLO E A ORAÇÃO

Apesar de tudo, Nathanson termina o livro com uma nota de esperança na misericórdia, no perdão e na salvação oferecida por Cristo. Como costuma ocorrer nas histórias de conversões, foi a oração e o exemplo de muitos amigos e colegas pró-vida o que acabou por vencer a resistência daquele ateu endurecido, que assim pôde compreender que é possível haver um lugar no coração de Deus até mesmo para gente como ele.

Referindo-se a uma manifestação pró-vida em frente a uma clínica abortista, conta que os participantes “rezavam, apoiavam-se mutuamente, cantavam hinos de júbilo e recordavam constantemente uns aos outros a proibição absoluta de empregar a violência. Rezavam pelos não-nascidos, pelas pobres mulheres que iam lá para abortar, e pelos médicos e enfermeiras da clínica. Rezavam inclusive pelos policiais e jornalistas designados para o local. Eu me perguntava: «Como é que essa gente pode se entregar por um público que é – e sempre será – mudo, invisível e incapaz de qualquer agradecimento?»” Ver aqueles manifestantes pró-vida, dispostos a ir para a cadeia e a arruinar-se por suas convicções, causou em Nathanson uma profunda impressão.

Conta então que “pela primeira vez em minha vida de adulto, comecei a albergar a noção de Deus: um Deus que paradoxalmente me tinha levado até à beira dos proverbiais círculos do inferno, só para mostrar-me o caminho para a redenção e para o perdão mediante a sua graça. Esse pensamento contradizia todas as férreas certezas, que me haviam sido tão queridas: num instante converteu o meu passado num repugnante lodaçal de pecado e de maldade; me acusou e condenou pelos graves crimes contra aqueles que me amavam e contra aqueles que nem sequer conheci; e ao mesmo tempo – milagrosamente – ofereceu-me uma reluzente centelha de esperança, na crença – cada vez mais firme – em que há dois mil anos Alguém morrera pelos meus pecados e pela minha maldade”.

Fonte: L´Osservatore Romano, 21 de fevereiro de 1997, pág. 9. Tradução Quadrante. Disponível em http://www.almudi.org/.



domingo, 25 de abril de 2010

Juventude Católica


A juventude é uma bênção. É quando temos forças para lutar, cair e levantar, rir, amar, sonhar. Fazer história, tentar mudar a realidade ao redor, adiquirir conhecimentos. É nessa época da vida que temos as mentes prontas para nos fazer agir.
A religião, vista pela sociedade como grande vilã da espontaneidade, da alegria, da sabedoria e conhecimento; grande inimiga do esclarecimento e fortalecedora da alienação, aparentemente nos abitola na fase mais produtiva de nossas vidas.
Mas, na prática, é exatamente o contrário que acontece: vejo uma juventude colorida, feliz, esclarecida, cheia de boas ideias e intenções, amor para dar e receber. A juventude ativa que não sabe muito bem ainda o poder que tem é muito rica e capaz. Pessoas que estudam, pesquisam, têm visão crítica da socidade, dentro e fora da Igreja. Não se pode deixar a visão da maioria da sociedade, que se julga muito livre, mas está aprisionada a seus conceitos, que já estão ficando enferrujados, de que a religião é somente parte de uma alienação, nos frear, nos fazer desistir. Enquanto luta desesperadamente para vender suas ideias ultrapassadas e fajutas, que, com a internet, deixam de ter força cada dia mais, a mídia e o capitalismo tentam alienar e jogar a culpa da alienação nas religiões.
Nossos jovens são católicos justamente por não concordarem com a prisão que é o materialismo, o consumismo! Uma visão crítica, que vai contra a maré favorável.
As Leis de Cristo são as que mais fazem sentido no meio desse mundo de injustiças e hipocrisias.
Para concluir, não posso deixar de me dirigir dieretamente àqueles, que, como eu, ouvem músicas em MP3, que usam tênis e se lascam na faculadade, ou na escola:
Sabemos que não somos o fraco da sociedade! Somos o esclarecimento à toda prova e cabe a nós tentar fazer a diferença no mundo que nos cerca!
A nossa fé nos faz jovens crentes, dispostos a fazer o bem, felizes!
"Que a Cruz Sagrada seja minha Luz."

sábado, 24 de abril de 2010

Milagre de Deus

Muitas vezes esquecemos da força do nosso Deus, esquecemos do que Ele é capaz, nós da pascom postaremos o vídeo abaixo, sobre Tony Melendez, um nicaraguense que tem uma mensagem linda para passar, uma mensangem de fé, de força, esperança e acima de tudo que o Senhor nunca nos abandona, que essa mensagem possa restaurar nossa fé, para enfrentarmos todos os desafios.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

A questão das Imagens na Igreja

A suposta adoração de imagens feita por católicos é uma acusação das mais comuns vinda dos meios protestantes. Argumentações aí não faltam, até mesmo passagens bíblicas:

“Não farás para ti escultura.” (Ex 20, 4a)

“Maldito o homem que fabrica ídolo de madeira ou metal (abominação ao Senhor, obras de mãos de artesãos), e o erige mesmo que seja em lugar escondido.” (Dt 27,15)

Mas, dadas essas passagens, a mesma Bíblia diz:

“Farás dois querubins de ouro.” (Ex 25, 18ª)

“E o Senhor disse a Moisés: faze para ti uma serpente ardente e mete-a sobre um poste... Moisés fez, pois, uma serpente de bronze.” (Nm 21, 8-9)

Pois será então que Deus se contradiz, que a Bíblia se contradiz? É claro que Deus pode dar uma ordem e depois fazê-lo contrário, mas o que falta nessas interpretações é contextualização e entendimento. A proibição contra a feitura de imagens tem relação com a cultura da época, tendo em vista que o judaísmo foi a primeira religião monoteísta do mundo (logo, todas as outras expressões religiosas da época falavam de deuses, e os representavam por imagens), e havia na cultura popular uma necessidade de adoração a objetos e coisas como se eles fossem deuses. A proibição de Deus não era contra a feitura de imagens, e sim, contra a feitura de ídolos materiais. Os querubins de ouro e a serpente de bronze exemplificados nas passagens não eram objetos de culto e adoração do povo, e sim, artefatos sagrados (pois foram feitos por ordem divina), que mereciam o devido respeito, ou Veneração.

Dessa forma, é nesse contexto que se propõe a iconografia cristã, ao retratar anjos e santos em esculturas, pinturas e etc. Vale ressaltar que foi a Arte Sacra a grande expressão artística da Idade Média, e que desenvolveu diversas técnicas artísticas hoje utilizadas (ou evoluídas). Fica clara a diferença entre Adoração e Veneração, e a afirmação de Deus contra a adoração de coisas materiais, mas sim o respeito à Arte Sacra e sua devida veneração.

Apesar disso, é claro que a cultura popular desenvolveu uma série de hábitos, entre eles, muitas vezes, o da errônea adoração de santos e de suas imagens. Novamente, não é uma normatização da Igreja ou coisa do gênero, apenas erro de alguns leigos por ignorância. Então, fica claro o dever dos sacerdotes em esclarecer a diferença entre Adoração e Veneração, a importância da iconografia para a Igreja, e colocar tudo no seu devido lugar, pois, se o leigo erra, é dever do seu pastor corrigi-los e orientá-los. Vivemos numa época onde o ensinamento cristão tem uma defasagem muito grande, o que facilita a proliferação de hábitos criados por ignorância popular, e que devem ser contidos pelos padres e bispos responsáveis. Esse tipo de falha se agrava com a intensa mistura religiosa que muitas vezes invade a Igreja, trazendo aberrações como a Teologia da Libertação, que muitas vezes figura implicitamente no discurso e no agir de religiosos e leigos atuantes.

Que cada vez o povo católico se informe sobre sua própria fé, e continue vivendo segundo os preceitos de Deus.

Erros e virtudes

Faaaaaala meus nobres, estou um pouco sumido mas vez ou outra eu apareco! Seguinte, neste post venho falar sobre um assunto bem ... bem...bem... delicado.

Nós como católicos estamos em um momento de provações, claro que estamos a todo momento, mas os frequentes escândalos tendo como protagonistas membros do clero, tomaram as páginas de jornais e os noticiários de TV, e não adianta, é feio, é repugnante mas temos de falar sobre isso.
Tiro no pé?


Vamos aos fatos, quando digo escândalos não me prendo apenas às noticias de natureza sexual, mas me refiro a algo muito mais abrangente. Como católicos praticantes, temos o dever e o direito de ter senso crítico, não devemos ser condicionados a pensar que não é conosco. Muito menos acreditar que a série de notícias DEVIDAMENTE comprovadas, é um complô contra nossa igreja. Se há algo de errado devemos debater sobre; se há culpados, devem ser punidos;

Estou um pouco incomodado, porque quando é conveniente, nossa memória nos trai...
Citarei alguns caso que cairam no esquecimento:

-Temos varias dioceses do EUA que decretaram falência ou quase, consequência dos abusos sexuais e suas indenizações.

http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/10/19/diocese-catolica-dos-eua-declara-falencia-na-vespera-de-julgamento-de-abuso-768115461.asp

http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL71165-5602,00-CORTE+DOS+EUA+CONFIRMA+INDENIZACAO+DA+IGREJA+A+VITIMAS+DE+PEDOFILIA.html

-Os mais de R$ 3.000.000,00 em verbas desviadas de trabalhos sociais no Rio de Janeiro, por um padre administrador da diocese que torrou em bens pessoais.
http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2009/5/padre_que_e_um_luxo_so_cortou_ajuda_aos_pobres_12476.html

-Padres acusados de abuso em uma escola para surdo-mudos.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u710372.shtml

entre outros: http://veja.abril.com.br/blog/acervo-digital/religiao/igreja-catolica-escandalos-que-abalaram-o-vaticano/


Enfim não vou enumerar mais, senão vou passar o dia inteiro aqui, porque ainda tem os casos atuais... e pelo que sabemos não são poucos. Veja bem... quando digo para discutirmos, não digo para fazer o show de horrores que a imprensa sensasionalista faz, muito menos que atos administrativos sejam tomados e decididos em público.

O que fazer então?
Informar-se, conhecer a fonte das notícias. Saber se o colunista ou redator tem ética e boa reputação. Sim, a igreja Católica é um ótimo trampolim para o grande público, e a polêmica é sempre maior se ela é a protagonista, porém isto não DESQUALIFICA ou diminui a VERACIDADE das informações.

A abominação do momento é o escândalo de Padres de Arapiraca , alguns brindados com título de Monsenhor, polêmica aberta, termina por aí? Não! Há indícios de que a diocese, administradora da região, estaria desde há muito tempo se omitindo e abafando atos anteriores destes mesmos padres, apenas transferindo-os de paróquia em paróquia. Para por aí? Não! Há indícios de que o alto clero estaria se omitindo e abafando casos de abusos em outras partes do mundo. Lembrando que falei INDÍCIOS, não tem-se provas concretas.

Fico profundamente contrariado quando minimizamos tais abominações. Complô? Rejeição? Oportunismo? Pode ser... nunca fui adepto de teorias conspiratórias, mas não muda nada, as notícias são de domínio público primeiramente porque elas aconteceram!
http://www.youtube.com/watch?v=_eiJ4Tes9NI
http://www.agora.uol.com.br/mundo/ult10109u718884.shtml
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/04/o-papa-chorou-conosco-diz-vitima-de-pedofilia-em-malta.html


Estamos em uma Igreja Santa por ser guida pelo Espírito Santo de Deus, mas pecadora porque é feita de seres humanos.
Não existe uma igreja imaculada, livre de erros e pecados, pois a partir do momento que nela adentrarmos ela deixará de sê-lo.
Zelemos pela nossa Igreja, que nos acolhe... honremos os ensinamentos bíblicos, a tradição oral e as verdades de fé que ela nos oferece. Saibamos reconhecer suas virtudes e saber previnir e corrigir seus erros. Amemos a igreja que nos oferece a salvação por meio do sangue e corpo de Jesus Cristo. E em respeito a tudo isso... sejamos Cristãos e como Cristãos, tenhamos a Jesus como um exemplo a ser seguido. Como alguém que ama, e não se omite.
Paz de Cristo e o amor de Maria.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

A música católica do século XXI


No dia 22 de maio, acontece na capital paulista o evento Summer Night, que agrega uma diversidade de bandas e músicos da nova geração da música católica.

É impressionante ver como a música católica cresceu nos últimos vinte anos. O maior expoente atual, Rosa de Saron, nasceu em 1989, e durante toda a primeira parte da década de 90, derrubou barreiras e enfrentou preconceitos por fazer um som pesado, que até então, não era compreendido pelos membros da Igreja. Já nos anos 80, o movimento do chamado Christian Rock ganhava força nos EUA, com bandas como Stryper; mas, tanto lá fora quanto por aqui, a música pop católica era praticamente inexistente. No mesmo ano de 1989 foi lançado o CD Cristoatividade, considerado o primeiro CD de rock católico que se têm notícia no mundo.

O Rosa de Saron foi a banda pioneira, mas diversas bandas contemporânes surgiram, como o Eterna, e o Iahweh. Cada vez mais se popularizava o gênero e os eventos; no Brasil todo se proliferaram os hallel, e cada estado tinha seus eventos; assim, a forma de expressão musical alternativa se popularizou.

Na música protestante, esse tipo de avanço sempre foi muito mais ágil, e isso pode ser verificado aqui no Brasil também; já no final dos anos 80 surgia o Oficina G3, e, para eles, sempre foi mais aceitável esse tipo de expressão. Mas isso fez com que a Igreja Católica também começasse, aos poucos, a tolerar e apoiar esses novos artistas.

O rock abriu as portas para essa liberdade expressiva, mas não se restringiu apenas a isso; pelo próprio Summer Night, nota-se a diversidade de gêneros que temos na música católica, e que se desenvolveu gradativamente nos últimos anos. Rock, Reggae, Rap, Axé, música eletrônia e até os gêneros mais extremos do Heavy Metal se propõe em músicas com conteúdo cristão, e em Louvor a Deus.

Apesar dessa benéfica evolução, a preocupação da Igreja com esse tipo de iniciativa, por vezes, esse temor se confirmava, tendo em visto exageros e desnecessariedades de muitas bandas, além do aumento da richa entre católicos e protestantes. A música Apodrecida, da banda Antidemon (black metal protestante) evidencia isso.

Mas, de qualquer forma, essa pluralidade musical propiciou um aumento na indústria musical católica, incentivou novas bandas e artistas, além de ter reforçado os ministérios, que eram a tradição da música católica nacional, junto aos padres cantores; e, principalmente, reforçou o trabalho de evangelização dos jovens, que nunca é uma tarefa fácil.

Ficam aqui links para quem quiser conhecer esses expoentes da nova cara da música católica nacional:

Banda AUB: http://www.myspace.com/bandaaub
Ministério Adoração e Vida: http://www.adoracaoevida.com.br/
Ceremonya: http://www.myspace.com/missaoceremonya
Diego Fernandes: http://www.myspace.com/diegofernandesoficial
The Flanders: http://www.myspace.com/theflandersrock
Apocalipse 16: http://www.myspace.com/setetacasapc16
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quarta-feira, 21 de abril de 2010

Notícias -"Que Jesus seja verdadeiramente o coração do Brasil"

O Papa Bento XVI recebeu esta manhã, no Vaticano, os 15 bispos do Regional Norte 2 (Pará e Amapá), em visita ad Limina.
Em seu discurso, o Papa fala da alegria de saber que as dioceses disseminadas na imensidão da região amazônica estão em Cristo e com Cristo, com as suas paróquias e outras realidades que as compõe, como os movimentos e novas comunidades e as comunidades eclesiais de base em comunhão com o seu bispo.
O teor das palavras de Bento XVI giram em torno da Eucaristia, coração da vida cristã, declarando-se preocupado "por tudo o que possa ofuscar o ponto mais original da fé católica: hoje Jesus Cristo continua vivo e realmente presente na hóstia e no cálice consagrados".
Para o Papa, uma menor atenção prestada ao culto do Santíssimo Sacramento é indício e causa de escurecimento do sentido cristão do mistério, como acontece quando na Santa Missa já não aparece como proeminente e operante Jesus, mas uma comunidade atarefada com muitas coisas em vez de estar recolhida e deixar-se atrair para o Único necessário: o seu Senhor.
Ao participar da celebração litúrgica, afirma o Santo Padre, a atitude primária e essencial do fiel cristão não é fazer, mas escutar, abrir-se, receber – o que não significa passividade ou desinteresse, mas cooperação.
O pontífice então adverte para os riscos do sincretismo, em que, em nome da inculturação, são introduzidos ritos tomados de outras religiões ou particularismos culturais na celebração da Santa Missa.
Essa atitude pode ser motivada por uma mentalidade incapaz de aceitar a possibilidade duma real intervenção divina neste mundo em socorro do homem. "Mas o culto não pode nascer da nossa fantasia; seria um grito na escuridão ou uma simples auto-afirmação" – diz o Papa, que cita João Paulo II quando afirmava que o mistério eucarístico é um "dom demasiado grande para suportar ambigüidades e reduções".
Portanto, a verdadeira liturgia supõe que Deus responda e nos mostre como podemos adorá-Lo, pois a Igreja vive desta presença e tem como razão de ser e existir ampliar esta presença ao mundo inteiro.
Por fim, Bento XVI recorda o XVI Congresso Eucarístico Nacional, que será realizado daqui a um mês em Brasília, "que deste modo verá o jubileu áureo da sua fundação enriquecido com o 'ouro' da eternidade presente no tempo: Jesus Eucaristia".
"Que Ele seja verdadeiramente o coração do Brasil, donde venha a força para todos homens e mulheres brasileiros se reconhecerem e ajudarem como irmãos, como membros do Cristo total."

Fonte: Rádio Vaticano.

domingo, 11 de abril de 2010

Semana Santa Paróquia N.S. da Consolata.


A semana santa da Paróquia Nossa Senhora da Consolata contou com a missa de lava pés na quinta feira santa, na sexta feira com a encenação da paixão de Cristo,sábado de aleluia e missa de páscoa.


A Paixão e Morte de Cristo que não foi só marcada por comover e tocar muitas pessoas da nossa comunidade, como também pelo esforço da nossa juventude.


PARABÉNS A TODOS! PELO ESFORÇO E DEDICAÇÃO! pois a Paixão não são de uns e nem de outros tenhos que lembrar que o principal objetivo da Paixão de Cristo é tocar o coração das pessoas, e graças a Deus nossa missão foi concluída! Então Parabéns a JUVENTUDE! que ela possa cada vez mais dar frutos para nossa paróquia!



por Bruna Lima (pastoral da comunicação).

Fotos da Paixão de Cristo

Fotos da Paixão de Cristo 2010































domingo, 31 de janeiro de 2010

Ama ao Próximo como a ti mesmo

As Pastorais de Comunicação e Teatro estão mobilizando uma ação muito interessante na paróquia; uma visita assistencial e de caridade a um orfanato. Pretendemos levar carinho, alegria e a Palavra de Deus a quase cem crianças assistidas pelo orfanato, que fica na Rua Marechal Rondon.

Hoje começou a coleta de doações em dinheiro para auxiliar a visita. Ainda não temos data certa para a visita, mas, desde agora, começaremos a divulgar aqui no nosso blog as movimentações; os valores recolhidos, o que foi feito com o dinheiro, cartazes, divulgação. Pretendemos deixar todo o processo aqui, e a conclusão. Espermos a ajuda de todos os parquianos (e não paroquianos também!) e desde já agradecemos a todos que estão contribuindo para essa obra.

Em breve mais informações, contamos com a ajuda e oração de todos!

Nossa Senhora Consolata, rogai por nós!

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Zilda Arns e a Pastoral da Criança



Zilda Arns foi uma médica pediatra e sanitarista brasileira, famosa pelo seu trabalho com os menos favorecidos, através da Pastoral da Criança, da qual foi fundadora, e mais tarde com a Pastoral da Pessoa Idosa. Irmã de Dom Paulo Evaristo Arns, que organizou o livro-documentário Brasil: Nunca mais, que documenta as torturas da Ditadura.

A Pastoral da Criança funciona como organismo de ação social da CNBB, fundada em 1983, em Londrina, no Paraná. Este município foi eleito por apresentar uma alta taxa de mortalidade infantil (127 crianças para cada mil nascidas). Após um ano de atividades, a mortalidade infantil foi reduzida para 28 crianças para cada mil nascidas.

Com o sucesso, o trabalho da Pastoral da Criança se expandiu para as ouras regiões do Brasil, com o apoio dos bispos. Atualmente, mais de 260.000 voluntários acompanham o desenvolvimento de quase 1,8 milhões de crianças de 0 a seis anos e quase 94 mil gestantes em 42 mil comunidades pobres, de 4.066 municípios, em todos os estados do país. Presente em mais de 40 mil comunidades ligadas a 7 mil paróquias das 272 dioceses e prelazias do Brasil, a Pastoral da Criança já se estende também a 20 outros países.

Os voluntários da Pastoral da Criança acompanham famílias necessitadas, orientando sobre seus direitos e deveres, buscando uma melhora na qualidade de vida dessas pessoas. Conscientizam gestantes, acompanhando todo o processo da gravidez, preparando para o parto e os cuidados do pós-parto, informando sobre o aleitamento materno, vacinação e outros cuidados para o desenvolvimento da criança, além de fornecer apoio psicológico. Ações complementares são desenvolvidas no sentido de melhorar as condições das famílias, como estímulo à alfabetização e escolarização dos adultos e ações de geração de renda. Além disto, busca-se o controle social das políticas públicas, atuando junto aos Conselhos Nacional, Estaduais e Municipais de Saúde, Direitos da Criança e do Adolescente, segurança alimentar, entre outros.

O trabalho da Pastoral da Criança, e a luta de Zilda Arns é um exemplo para todos nós, católicos, que temos sim responsabilidade moral para com a sociedade e com os menos favorecidos. Que esse belo trabalho sirva de motivação para que façamos a nossa parte na nossa vida, dentro dos nossos limites.

Mais informações: Página da Pastoral da Criança

Fonte: Wikipédia

Ajude as vítimas do Haiti


A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Cáritas Brasileira lançaram nesta quinta-feira uma campanha de ajuda às vítimas do terremoto que atingiu o Haiti na terça-feira e pode ter matado dezenas de milhares de pessoas. Entre os brasileiros morreram 14 militares e a fundadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns.

Além de arrecadar recursos, a campanha SOS Haiti elegeu o dia 24 de janeiro, um domingo, como dia dedicado a orações pelas vítimas. Na mesma ocasião, igrejas irão recolher doações em dinheiro para as vítimas do terremoto no país caribenho.

Três contas bancárias foram abertas exclusivamente para receber doações de qualquer quantia:

1.Banco Bradesco, Agência: 0606, Conta Corrente: 70.000-2;
2. Caixa Econômica Federal OP: 003, Agência: 1041, Conta Corrente: 1132-1;
3. Banco do Brasil, Agência: 3475-4, Conta Corrente: 23.969-0

Terremoto
Um terremoto de magnitude 7 na escala Richter atingiu o Haiti nessa terça-feira, às 16h53 no horário local (19h53 em Brasília). Com epicentro a 15 km da capital, Porto Príncipe, segundo o Serviço Geológico Norte-Americano, o terremoto é considerado pelo órgão o mais forte a atingir o país nos últimos 200 anos.

Dezenas de prédios da capital caíram e deixaram moradores sob escombros. Importantes edificações foram atingidas, como prédios das Nações Unidas e do governo do país. No entanto, devido à precariedade dos serviços básicos do país, ainda não há estimativas sobre o número de vítimas fatais nem de feridos. O Haiti é o país mais pobre do continente americano.

Morte de brasileiros
A fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança, Organismo de Ação Social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Zilda Arns, e militares brasileiros da missão de paz da ONU morreram durante o terremoto no Haiti.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, e comandantes do Exército chegaram na noite de quarta-feira à base brasileira no país para liderar os trabalhos do contingente militar brasileiro no Haiti. O Ministério das Relações Exteriores do Brasil anunciou que o país enviará até US$ 15 milhões para ajudar a reconstruir o país. Além dos recursos financeiros, o Brasil doará 28 t de alimentos e água para a população do país. A Força Aérea Brasileira (FAB) disponibilizou oito aeronaves de transporte para ajudar as vítimas.

O Brasil no Haiti
O Brasil chefia a missão de paz da ONU no país (Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti, ou Minustah, na sigla em francês), que conta com cerca de 7 mil integrantes. Segundo o Ministério da Defesa, 1.266 militares brasileiros servem na força. Ao todo, são 1.310 brasileiros no Haiti.

A missão de paz foi criada em 2004, depois que o então presidente Jean-Bertrand Aristide foi deposto durante uma rebelião. Além do prédio da ONU, o prédio da Embaixada Brasileira em Porto Príncipe também ficou danificado, mas segundo o governo, não há vítimas entre os funcionários brasileiros.

Fonte: Terra